Mais um poema de minha autoria:
"O épico do vazio
Negro é o mar das estrelas,
Sem princípio nem final;
Nele desliza a morte,
Em silêncio sepulcral.
Nenhum rugido anuncia
O predador ancestral;
Só o eco dos corredores
E um presságio espectral.
Nasce onde a vida floresce,
Cresce oculto no temor;
Perfeição sem consciência,
Soberano caçador.
O universo segue mudo,
Indiferente ao clamor;
Pois há horrores tão antigos
Que ignoram nosso valor."
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