8/28/2026

Poema

 Mais um poema de minha autoria: 


"O épico do vazio


Negro é o mar das estrelas,

Sem princípio nem final;

Nele desliza a morte,

Em silêncio sepulcral.


Nenhum rugido anuncia

O predador ancestral;

Só o eco dos corredores

E um presságio espectral.


Nasce onde a vida floresce,

Cresce oculto no temor;

Perfeição sem consciência,

Soberano caçador.


O universo segue mudo,

Indiferente ao clamor;

Pois há horrores tão antigos

Que ignoram nosso valor."

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