Bom o encadernado "Vingadores: Mais Sombria do Que Escarlate", que reuniu dez histórias estreladas pelos Vingadores da Costa Oeste e focadas na Feiticeira Escarlate, que é atormentada por vários vilões. Estas aventuras foram escritas por John Byrne, Roy Thomas e Dann Thomas e desenhadas por Byrne e Paul Ryan.
Nas duas primeiras histórias os Vingadores enfrentaram o Mestre Pandemônio, que sequestrou os filhos da Feiticeira, Tommy e Billy, e revelou que eles nunca existiram realmente e eram meras partes da essência do demônio Mefisto. Depois que o Pandemônio foi derrotado, Agatha Harkness apagou a existência das duas crianças da mente de Wanda, fato que mais tarde traria consequências terríveis para os Vingadores e todo o Universo Marvel.
Na sequência vieram três aventuras conectadas à saga "Atos de Vingança". Os Vingadores lutaram contra os Alienígenas e o Toupeira e, depois, enfrentaram Loki, que foi revelado como o grande responsável pelos ataques coordenados sofridos por todos os heróis. O Deus da Mentira acabou sendo derrotado na batalha final por seu irmão Thor. Enquanto isso, o Visão decidiu deixar a equipe do Oeste e voltar para o time original dos Vingadores.
As três aventuras seguintes trouxeram os Vingadores enfrentando Magneto e uma versão maligna da Feiticeira Escarlate, que estava disposta a tudo para defender a causa dos mutantes. Os heróis saíram vitoriosos na disputa, que contou com as participações de Mercúrio e do inumano Dentinho.
Fechando a revista veio uma história em duas partes que mostrou os Vingadores encarando Immortus e seus capangas, a Legião dos Condenados e Tempus. Immortus revela para os heróis que manipulou vários eventos para tornar-se o Mestre do Próprio Tempo, usando Wanda como sua fonte de poder.
Graças à Agatha Harkness, a Feiticeira Escarlate conseguiu rejeitar o poder extra que lhe foi dado por Immortus e assim o vilão pôde ser derrotado e punido por seus "chefes", os Guardiões do Tempo. Esta série de histórias foi bem divertida de ler, apesar de todo o sofrimento que foi reservado pelos roteiristas para a pobre Wanda Maximoff.














































