Bom o filme do "Superman"(2025, Dur.: 129 min., Dir.: James Gunn), que mostrou o herói de Metrópolis enfrentando vários planos e ameaças criados por Lex Luthor(Nicholas Hoult) para destruí-lo. A produção conta com um visual belíssimo, tem cenas de ação competentes e soube explorar bem a essência do kryptoniano, que direciona todos os seus esforços para salvar e proteger a humanidade.
O Homem de Aço enfrenta um kaiju, encara a Engenheira(María Gabriela de Faría) e o Ultraman(um clone de Kal-El criado por Luthor), vai parar numa prisão num mundo compacto(onde é contido pelo Metamorfo(Anthony Carrigan), que teve o filho sequestrado e estava sendo chantageado por Lex) e ainda precisa lidar com a revelação de que seus pais biológicos pretendiam que ele se tornasse um conquistador aqui na Terra.
Gostei bastante da nova versão de Lois Lane(Rachel Brosnahan), que segue sendo uma intrépida repórter e uma grande parceira de Clark Kent(David Corenswet, que teve uma atuação convincente), e merece ser destacada a participação da "Gangue da Justiça", equipe que provavelmente virará a Liga da Justiça no futuro e foi formada aqui por Guy Gardner(Nathan Fillion), Mulher-Gavião(Isabela Merced), o já citado Metamorfo e o Senhor Incrível(Edi Gathegi), o integrante que mais apareceu entre todos.
O novo Luthor também ficou bem legal, como um cientista brilhante e estrategista que faz de tudo para acabar com seu inimigo alienígena e ainda conseguir lucrar no processo. Temos poucos momentos de humor(o que acabou sendo uma surpresa) e senti falta também de mais pancadaria, embora o Super troque muitos socos com a Engenheira e o seu clone - que é sugado por um buraco negro - na reta final.
A turma do Planeta Diário não aparece muito(só Jimmy Olsen(Skyler Gisondo) tem algum destaque ao lado de Eve Teschmacher(Sara Sampaio), a secretária de Luthor), o que é justificado pela imensa quantidade de personagens e conceitos que transbordam na tela. O Superman é ao mesmo tempo simples(pela criação recebida dos Kents) e grandioso, e estas duas facetas foram representadas de modo competente pelo diversificado roteiro.
As duas cenas pós-créditos não acrescentam muita coisa e faltou apenas registrar que o cachorro Krypto é responsável por algumas das cenas mais divertidas da película e que a Supergirl de Milly Alcock faz uma breve participação especial, já antecipando o clima que seu futuro filme terá. Este novo Universo DC dos cinemas começou de forma satisfatória e promete ser bem mais rico que o anterior. Nota: 8,5.














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