Mais um poema de minha autoria:
"O Canto dos Mortos
Kunda, Estratta, Montossé, Kanda.
Desperta o verbo maldito;
Ergue-se o riso do Abismo,
Sobre o mundo já proscrito.
Não curvam fronte aos mortais,
Nem conhecem compaixão;
Do escárnio fazem coroa,
Do caos, sua vocação.
Toda esperança profanam,
Toda coragem desafiam;
Vestem sombras e mentiras,
E as consciências assediam.
Quem lhes ouve o chamado
Já não encontra retorno;
Pois seguem, eternamente,
Levando a noite em seu trono."
No comments:
Post a Comment