3/25/2026

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

 


Muito bom o filme "Quarteto Fantástico: Primeiros Passos"("The Fantastic Four: First Steps", 2025, Dur.: 115 min., Dir.: Matt Shakman), que mostrou a primeira família da Marvel - que vive na Terra 828 - tendo que enfrentar o devorador de mundos Galactus, que pretende "passar sua maldição" da fome eterna para o pequeno Franklin Richards e, claro, sugar toda a energia do planeta. 




Os atores que interpretam os protagonistas* estão todos muito bem e gostei também do visual de Galactus(Ralph Ineson) - ficou perfeito! - e da Surfista Prateada Shalla-Bal(Julia Garner), cuja presença justificou-se pela relação que ela estabelece com o Tocha Humana desde a sua primeira aparição. 



As cenas de ação estão legais, com destaque para o quebra-pau final da equipe contra o gigante roxo. Temos duas cenas pós-créditos: a primeira mostrou o Doutor Destino fazendo uma visitinha a Franklin(que então já tinha 4 anos de idade) e a segunda apresentou a versão animada daquele Quarteto, que é referenciada algumas vezes durante a produção. 



A já conhecida origem do time foi mostrada rapidamente logo no começo, numa reportagem que menciona alguns dos mais conhecidos inimigos dos heróis. O vilão que aparece mais é o Toupeira(Paul Walter Hauser), numa versão que ficou bem fraquinha e é um dos poucos defeitos da película, que soube explorar com competência a ciência fantástica e maluca que já era apresentada lá atrás nos quadrinhos por Jack Kirby e Stan Lee. 



Algumas coisas poderiam ter sido mais detalhadas(como a relação do Coisa com a namorada), mas isto iria custar a agilidade do filme, que passa rápido e consegue divertir. Gostei ainda da estética "retrô" que foi aplicada e rendeu algumas pérolas como os "laser discs" usados pelo grupo e o simpático robôzinho "H.E.R.B.I.E.". Nota: 9.



* O Quarteto foi vivido pelos seguintes atores: 

Reed Richards - Pedro Pascal(não gostei muito de sua escalação, mas ele funcionou bem no filme). 



Sue Richards - Vanessa Kirby(excelente performance, conseguiu mostrar toda a força e também a delicadeza da Mulher Invisível). 



Johnny Storm - Joseph Quinn(está "o.k.", e o personagem ganhou boa importância na trama e, sem nenhum trocadilho, tem alguns momentos de brilho)



Ben Grimm - Ebon Moss-Bachrach(de início achei meio esquisita a voz da dublagem brasileira, mas esta cisma foi tirada no filme. Quanto ao visual do Coisa não dá para reclamar, ficou igualzinho ao dos gibis). 


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